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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Palitos Nerds NO AR - 1º vídeo do blog no ar!!


E aí Paliteiros.
Tudo tranquilo?
Vejam aí o primeiro vídeo aqui do blog.
Ele ainda esta em fase de testes, a imagem não está muito boa. Mas se o pessoal curtir e comentar faço mais vídeos com qualidade melhor.
Vejam aí.



E aí? O que acharam? Legal? Uma droga? Comentem aí pra ver se o próximo vai mesmo sair e o que posso melhorar ( além da qualidade de imagem hehhe)
Valeu.
Até a próxima.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Protocolo - A Ordem está de volta!


Como uma pequena pausa nas analises convencionais, é com um sorriso de lado no rosto que estou abrindo um espaço para falar da volta da equipe de 20 autores nacionais que acabaram de reativar o_protocolo_a_ordem.

Pra quem não conhece, A Ordem teve destaque no ano passado quando tentou arrecadar 45 mil no Catarse, infelizmente o valor não foi atingido e tivemos que reformular o projeto substituindo os medalhões dos quadrinhos que iriam produzir o material pelos próprios autores. Hoje contamos com Thiago da Silva Mota e Ton Marx, com as tarefas de roteiro e arte. As cores ficaram com Lunyo Alves de Souza e José Amorim Neto (Sim, eu! Não contavam com minha astúcia). A parte referente à comunicação visual da campanha ficou totalmente a cargo de Daniel Arcos, com administração e comunicação geral de Augusto Velazquez, Elenildo Lopes e Gabriel Rocha.

Todos nós da Ordem trabalhamos muito para que esse material ficasse a altura do que estávamos tentando oferecer na campanha anterior, e posso garantir que não estamos devendo em nada. Os personagens contidos nesse mega crossover são eles:

Anjo Urbano (Rodrigo Dos Santos)
Bruce, O Exterminador (Denilson Reis)
Capitão R.E.D (Elenildo Lopes)
Cover (José Amorim Neto)
Crânio (Francinildo Sena)
Dragão Negro (Thiago Silva)
Homem Trator – (João Vital)
Inferno (Augusto Velazquez de Brito)
Jaguara (Altemar Domingos)
Jou Ventania (Lincoln Nery)
Lagarto Negro (Gabriel Rocha)
Máximus (Alan Yango)
Max Power (Luciano Oliveira)
Papo Amarelo (Moacir Torres)
RBoy (Daniel Arcos)
Resistente – (Juliano Rocha)
Soberano (Lunyo Alves de Souza)
Velta (Emir Ribeiro)
Vulto (Wellington Santos)
Flâmula (Sandro Castro)

Tenho só a agradecer aos amigos e todos os que apoiam um projeto desse porte. Acreditem na Ordem, acreditem no nosso material e tenham em mãos essa edição linda de 100 páginas coloridas, feitas com muita dedicação para todos vocês.

No link abaixo podem estar conferindo a página do Protocolo a Ordem no Catarse e escolhendo seu pacote. Vamos lá, você foi convocado!

https://www.catarse.me/protocoloaordem



José Amorim Neto é estudante de Artes Visuais, chegado em um bom vinho em datas especiais (Todo dia se possível). Criador do personagem Cover e Starboy dois personagens em vermelho que usam trajes “vivos”, por sinal é um grande adorar da cor vermelha. Desenhista, roteirista, colorista, designer e tudo que você precisar por um preço especial (Menos isso aí que passou pela sua cabeça agora).






quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Então tá, vamos falar do Deadpool


Eu tinha exatos 18 anos (e alguns meses) quando tudo aconteceu. Estava sentado no quarto de um amigo vendo notícias sobre estas nerdices que agora qualquer um adora quando me deparei com um cara de máscara e uniforme colado vermelho e preto que tinha duas espadas nas costas. O nome dele, se você por acaso não leu o título, é Deadpool. O Mercenário Tagarela, O Degenerado Regenerado, o personagem da Marvel Comics mais legal para mim.

Era estranho. Não como o doutor. De início, a pele rugosa e extremamente nojenta dele junto com o visual que lembrava mais o uniforme secundário do Homem Aranha em Marvel vs Capcom 1 não me faziam ter empatia por ele. Era só mais um genérico, pensava eu. Mais uma destas versões plagiadas de um personagem plagiado que o autor plagiador reivindica direitos autorais pela editora, acreditava eu. Só que não era. Era muito mais que isso. Era a piscina de insanidade que eu precisava me afogar para realmente passar uma fase ruim.

Nesta mesma época, levei uma facada destas bem metafóricas, que dava para sentir na pele de tão real que a penetração que não ocorreu era. Do tipo de te deixar cabisbaixo e BEM TRISTE. Era ruim. Como sempre eu podia fazer o que sempre fazia quando um problema vinha me assolar e eu não estava preparado para resolve-lo como é com o Sudoku: Fui me atolar em ficção. E como toda história tem um conflito, não estava dando certo. Nada. Nem livros. Nem filmes. Nem series. Nem o dever de história do Brasil. Nada.

Até que então de novo, eu vi a figura emblemática do Comediante Carmim num site dançando Gangnam. Eu não compreendia aquilo. Meu cérebro era só programado para entender que o Pernalonga vestia de Mulher e que o Meg Simpson atirou no Sr. Burns. Fui ao Google e pesquisei tudo que podia sobre Wade Winston Wilson. Tudo. Em certa de 5 minutos, compartilhávamos das mesmas vozes da cabeça, katanas e agente da hidra. Peter Parker que era meu símbolo juvenil de cara nerd com problemas foi para o saco junto com o Super Choque e Ursinhos Carinhosos. Eu gritei um “o que taconteceno?” tão alto, pelo menos na minha cabeça, que amigo, saberia que desde de aquele dia que não me recordo a data exatamente estaria marcado na minha memória ruim por muito tempo.

Piadas de humor duvidoso, falar mais do que deve e ser rejeitado pelo mundo que o rodeia era em tese diretrizes da minha preciosa vidinha como era da dele. A diferença é que eu não tinha o corpo tão zuado como dele e nem matava pessoas por dinheiro ainda. Então como não o amar? A sincope da zuera que era reprimida por uma enorme tristeza foi embora da mesma forma que a desgraça em que ele vivia não era motivo para deixar ele se divertir. A criação do Rob Liefeld e Fabian Nicieza, fez com que eu saísse da depressão. Fez com que eu mudasse minha postura, seguisse em frente mesmo que com um carrinho de supermercado e não reclamasse da atuação do Ryan Reynolds por X-men Origens Wolverine. A culpa não é dele.

A marca da adaga psiônica tipo Psylocke ainda tá lá, coberta com um grande curativo, que dói menos quando penso no que ele faria nesta situação. Era como se eu fosse o Genesis no fim da X-force do Remender. Ou a filha que ele foi descobrir o paradeiro na Coréia do Norte. Este é o poder de uma propriedade intelectual. Mesmo sendo criado até mesmo para ser descartado, creio que seu potencial pode ir além disso, inspirando nas suas devidas proporções, as pessoas mudarem seus status quo e não serem mais um coadjuvante da própria vida, como Deadpool era do Wolverine.

E antes que eu me emocione mais e o próprio Wilson quebre a quarta parede e venha me zoar, Marvel muito obrigado por isso. Mesmo, mas não fode como cê faz no cinema com estes filmes genérico pasteurizados. Grato!

P.S: Esta ilustração maneira deste crossover com o Deadpool é do Luan Zuchi. Obrigadinho cara.


















Wendrick Ribeiro é um jovem estudante de Publicidade, que gosta deste tanto de nerdice como tudo mundo. Chato de Galocha, pretende dominar o mundo e liderar as tropas convexianas contra a expansão multiversal de Termirex. Também respira e escreve roteiro de vez enquanto!


sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Lagarto Negro, o misterioso herói urbano de Gabriel Rocha


Lagarto Negro (1998) de Gabriel Rocha foi criado para inaugurar a reestreia do fanzine Impacto.

O personagem foi criado com o nome de um réptil típico da América Latina. A ideia seria relacionar o lado antropomórfico entre eles, nada de lagarto radiativo ou qualquer coisa do tipo. O Lagarto Negro é um predador noturno igualmente ao personagem que luta contra o crime organizado nas noites da “cidade maravilhosa”. Engraçada disso tudo é que o animal se encontra ameaçado de extinção, isso seria uma sacada do autor querendo nos mostrar que pessoas de coragem e bons atos estão em falta? Pode até ser, sempre vai ser bacanudo formar essas teorias.

Agora chegou a hora de fazer um resumão da história de origem do personagem, só que meio que ele não tem uma. Gabriel criou um personagem que nunca revelou sua identidade ao publico, todos nós inclusive você leitor que conhece o personagem um dia, já se perguntou quem diabos é o Lagarto Negro? Não me surpreenderia se ao tirar a mascara encontrássemos Gabriel com um baita sorriso (Pegadinha do malandro).

O Lagarto Negro sempre está dando as caras em diversas edições independentes e crossovers por aí. Ele também faz parte da Ordem grande crossover que vai reunir 20 heróis de 20 autores diferentes (Eu to nele \o/) e logo vai estar dando as caras no Catarse!

Assim como o Crânio da coluna passada, o personagem contou e conta com diversos autores fantásticos que nos presenteiam com a longa vida do Lagarto Negro.

O site do personagem está logo abaixo para quem quiser conhecer mais do mesmo:

http://www.lagartonegro.com.br/

Isso é tudo pessoal, pelo menos até a coluna que vem onde falarei do Homem-Caveira de Zilson Costa.

Crossover dos heróis Crânio, Cometa e Lagarto Negro.
José Amorim Neto é estudante de Artes Visuais, chegado em um bom vinho em datas especiais (Todo dia se possível). Criador do personagem Cover e Starboy dois personagens em vermelho que usam trajes “vivos”, por sinal é um grande adorarador da cor vermelha. Desenhista, roteirista, colorista, designer e tudo que você precisar por um preço especial (Menos isso aí que passou pela sua cabeça agora). 



terça-feira, 8 de setembro de 2015

Marvel vs. DC - The Ultimate Crossover


Nas minhas andanças pela internet acabei achando mais esta animação dos heróis Marvel e DC lutando. Mesmo já tendo visto isso várias vezes este aqui merece ser visto. Foi pelo animador Saruhan Saral, o cara é bom e mesmo não concordando com todos os resultados das lutas vale a pena ver.






E aí? O que acharam? Comentem aí.
Valeu paliteiros, até a próxima.


terça-feira, 25 de agosto de 2015

Batman vs Supeman, Homem de Ferro contra Capitão America e como isso tudo não tem um terceiro ponto de vista


Quando era pequeno uma coisa que aprendi com meu pai marceneiro barra faz tudo é que uma mesa para ter sustentação direito tem no mínimo três pernas. Ele dizia bravo por eu sempre tentar ajudar, que a vida era a mesa e tínhamos com ter o máximo que podíamos e que se manter no mínimo individualista era só ter uma taxa maior de erro.

Meu velho me fez pensar com isso tudo. Parece muito fácil e é, só ter duas opções para resolver algo. Nós somos condicionados a saber que existe o bem e o mal, o céu e o inferno, o negativo e o positivo. Mas é só isso? Somos tão maniqueísta assim? Temos que ter um só lado de qualquer situação. Tudo se divide em partir no meio? Yin e Yang não podem ser parte de uma mesma coisa? Cadê a neutralidade?

Como seres humanos que somos, sempre tendemos ir para um lado, que qualquer livro de psicanálise pode facilmente explicar ou fingir que explica. Porém é difícil tentar adicionar um terceiro elemento assim? Exemplo: Ano que vem o Supinho cai no braço com o Batima e eu só consigo pensar na Mulher Maravilha, cara. O fraco contra o mais forte eu estou cansado de ver. Quero ver como o meio termo se posiciona nisso. A forte, mas também vulnerável. Pode ser que ela seja um misto disso? Pode! Só que ela também sustenta a mesa junto com os dois caras.

Pra Marvete não chiar vamos a outro: NOS QUADRINHOS, tivemos aquela pataquada do Stevão brigando pelo Tony por conta do registro. Tu podia ser TeamCap ou TeamHomem de Ferro. Os X-men foram: Nenhum dos dois. Por motivos de: já somos odiados por um montão de coisas então porquê mais uma? Os meus queridos mutantes fizeram o que eu teria feito nisso, tanto que ficaram para lá e deixaram o pau rola até onde li.


A questão, fique clara aqui, é que o lance não é estar em cima do muro. Estar em cima do muro é simplesmente ter que escolher a parte ocidental ou oriental, o que não cabe aqui. O lance é tentar ver outras opções. O sim e o não nunca serão exclusivamente as únicas opções. O talvez pode ser tão convidativo ou emocionante quanto. O gênero a muito tempo não é só mais masculino ou feminino, como o carro não é só a gasolina ou álcool ou seu pai e sua mãe não só apenas suas inspirações de vida. Eles são os maiores sim, e não os únicos e graças ao universo por isso.

Se quiserem apliquem isso, ou não. Façam o que vocês quiserem. A escolha é tua. Só lembra da máxima: Quanto mais, melhor.

Não entende isso? Veja o vídeo abaixo:



Wendrick Ribeiro é um jovem estudante de Publicidade, que gosta deste tanto de nerdice como tudo mundo. Chato de Galocha, pretende dominar o mundo e liderar as tropas convexianas contra a expansão multiversal de Termirex. Também respira e escreve roteiro de vez enquanto!

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Crânio, o herói espacial de Francinildo Sena


Crânio (1988) de Francinildo Sena, teve sua primeira aparição no Fanzine Mini-HQ.

A bela história que Francinildo nos conta há mais de vinte 20 anos, é sobre o príncipe Haran um príncipe do planeta Stron um pacifista nato que acaba sendo traído por seu irmão Krok.

Krok tramou a morte do próprio pai convencendo o concelho de justiça que Haran teria sido o culpado. Com Haran preso, Krok pode assumir o trono e seu primeiro ato foi banir Haran de seu planeta, e como se isso não fosse o bastante uma lavagem cerebral foi feita em Haran que foi lançado no espaço em uma cápsula e vagou pelo universo por SÉCULOS até que a cápsula caísse no meio da floresta Amazônica.

Haran foi caçado feito um animal pelas forças armadas do Governo Brasileiro que o apelidou de CRÂNIO, graças as suas façanhas desde que chegou a terra.

Crânio é um personagem conhecido, daqueles que sempre vai estar em grandes projetos realizados por quadrinistas. Minha opinião sobre o personagem é que um clássico não deve ser ignorado. A escolha de cores e características do personagem é básica, nada que provavelmente nunca tenhamos visto, mas se for mais a fundo na mitologia do personagem vai descobrir um grande universo que posso afirmar que não irá se arrepender de conhecer.

Diversos artistas esforçados já passaram pelas páginas de Crânio sempre buscando seu lugar ao sol junto do já consagrado Francinildo Sena, um cara simples que faz tudo por hobby, um baita de um hobby por sinal. Particularmente tenho a honra de estar envolvido em um projeto junto ao Francinildo e Crânio, atualmente que envolve mais de 20 SUPERS! A Ordem, em breve farei um especial sobre ela por aqui.

Se quiser conhecer mais sobre o personagem e seu criador pode estar entrando no blog abaixo e quem sabe até adquirir sua serie impressa que se encontra no volume 4 \o/

http://francinildosena.blogspot.com.br/

Acredito ser isso por enquanto, nos vemos daqui um mês neste mesmo lugar, neste exato momento para falar sobre o Lagarto Negro do Grabriel Rocha.


José Amorim Neto é estudante de Artes Visuais, chegado em um bom vinho em datas especiais (Todo dia se possível). Criador do personagem Cover e Starboy dois personagens em vermelho que usam trajes “vivos”, por sinal é um grande adorarador da cor vermelha. Desenhista, roteirista, colorista, designer e tudo que você precisar por um preço especial (Menos isso aí que passou pela sua cabeça agora).

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Tentando interpretar o Gigante Verde (que não é o Brasil) e o verdadeiro Projeto Hulk


Ultimamente, convivo com muitas pessoas que adotaram o “fitness” como lifestyle. Destas que tem que cortar proteínas e o escambau para suprir a necessidade de se auto afirmar indo além da saúde, o que não é nada demais. Enquanto não me condenem de comer meu bacon, está tudo certo. Porém, tem uma coisa que como leitor de quadrinhos, tem me irritado um pouquinho bem grande: A utilização do termo “Projeto Hulk”. Para quem não sabe, este projeto de ser o Gigante Esmeralda é uma forma quase que frenética e incessante para crescer os músculos do corpo infinitamente, pelo que entendi nas legendas do Instagram que falam sobre amor e carinho.

Realmente, me dá vontade de ir lá e pergunta na surdina como é treinar para ser um monstro enorme movido por raiva que é considerado aberração e que destrói tudo a sua volta, mas me atenho pois sigo bem o que minha psicóloga diz. Sei que numa tradução direta, Hulk seria algo como brutamontes (Fonte: Google Tradutor), e até justificaria o nome, mas a partir do momento que usam o ícone da Marvel Comic/Studios/O que ela quiser ser, sem pagar direitos autorais é bem claro que a referência aí é óbvia. E isso para mim (leiam atentamente que eu disse para MIM), é mais uma interpretação errônea do personagem. E antes que me queimem, os marombeiros não são os únicos a fazerem isso.

Quem é pago para escrevê-lo, desenhá-lo e até produzi-lo também não faz isso direito. Difícil encontrar uma fase boa do Hulk em que ele não esteja nos Vingadores ou seja Planeta Hulk, Guerra Mundial Hulk e Futuro Imperfeito que são as que eu conheço. Também temos 2 filmes que não desmentem o que falei. O fato é que o monstrengo é um personagem para desenvolver tão difícil quanto Superman (que daria um ótimo nome de projeto), e isso se deve a dualidade monstro/gênio que não é para qualquer um trabalhar de forma atrativa sem que seja piegas demais ou filosófica demais. Tem que ter um equilíbrio para alguém totalmente desequilibrado. Só que neste caso pelo menos está analise vai além do personagem está num blockbuster que os saradões conhecem.

E isso amiguinhos, só torna mais incoerente o uso deste nobre personagem num símbolo para malhação em busca de corpo perfeito e “grande”, enquanto o Bruce Banner, alterego do Golias Esmeralda só quer se livrar dele. Acho que falta ser menos Hulk e ser mais Banner pelo menos no raciocínio. E galera existem mais personagens para fazer projetos, como o Coisa, Abominável, Fera, Colossos, Drax dentre outros. Ou será que é mais fácil relevar a cor verde para símbolo do que um cara feito de pedra? Pensem nisso se vocês realmente pensarem.
Hulk malha!!

Bônus: Não vou repetir mais de vez, para você que quer realmente fazer o verdadeiro Projeto Hulk. Comece jogando toda aquela porcaria que é Whey Protein fora e comprando livros sobre teoria da relatividade, Nietzsche e tudo que envolver matemática, química, física e ciência maluca. Feito isso, o próximo passo é um pouquinho mais difícil, mas nada impossível, que é arrumar um emprego em uma base secreta do governo que produz armas movidas a radiação. Conseguiu? Pula para testes envolvendo raios gama e tentar ter um caso para fila do general. Se isso tudo der certo é só esperar que seu melhor amigo entre dentro de uma área de teste de bombas e pronto, se tu sobreviver você é realmente pode virar o Hulk com um pouquinho de raiva. Recomendação rápida para ter: veja o Preço do dólar. E antes que eu me esqueça tem um DLC que para liberar tu precisas encontrar um Deus com cabelo de Mulher, um bilionário que anda com latas, e um homem e uma mulher que usam nomes de insetos e nunca serão relevantes dentro disso. Mas faz este só se a raiva for tão grande a nível de se vingar ouviu?

Wendrick Ribeiro é um jovem estudante de Publicidade, que gosta deste tanto de nerdice como tudo mundo. Chato de Galocha, pretende dominar o mundo e liderar as tropas convexianas contra a expansão multiversal de Termirex. Também respira e escreve roteiro de vez enquanto!

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Sendo Fanboy de Verdade e como a Nova Miss Marvel pode ajudar nisso!



Se tem algo que me arrependo foi ter começado a ler quadrinhos de super-heróis só quando completei meus 18 anos. Isso ferrou de certa forma o que eu acho bom ou não quando leio um. No início eu só via Marvel. Depois veio a DC. E por último veio o insulto. Aquele que nenhum admirador da nona arte gosta ser chamado. Um que começa com F e termina com anboy, sabe?

♥♥♥♥♥
Recentemente neste meu processo curto de ser um leitor de gibi de gente de colan, conheci uma personagem que me fascinou de cara (algo muito frequente). O nome de dela é Kamala Khan, que atende por alcunha de Miss Marvel, títulos que já pertenceu a uma certa Carol Danvers, que agora se chama de Capitã Marvel. Esta garota que se descobre inumana, ganha poderes e ainda tem que lidar com os aspectos da cultura muçulmana, também é uma das mais claras representantes da raça que citei ali em cima. E uma das boas, mesmo.

Primeiro, ser fanboy é ruim sim. Para o outro. Para nós não. Ser Fanboy é não ver defeito naquilo que a gente gosta. Sabe, os Vingadores são uma entidade grandiosa para Kamala. O efeito desta paixão é de brilhar os olhos. Nem importaria se isso tudo fosse um desenho do Robert Liefeld. Para ela é muito melhor se imaginar neste mundo, onde alias os heróis existem, do que viver a realidade dura de adolescente nada popular que sofre diversos preconceitos. A fanboyzice da Khan é saudável e fez com que eu abrisse uma dúvida interna: Será que somos realmente fanboy de verdade?


Fanboyzice.
A resposta ao ver minha pequena jornada do herói é que todo mundo está errado. Já percebeu, na internet mesmo, que falamos mais mal daquilo que a gente odeia do que gosta? É Marvete falando mal de Dc. É DC falando mal de Marvel e ninguém fala bem do que realmente acha bom. Isso não é coisa de fanboy de verdade. É coisa da Nova Miss Marvel, escrevia fanfic na internet dos heróis que ela gostava. Existe homenagem melhor para aquilo que considera perfeito? Até quando ela se descobre heroína e decidi continuar o legado da Carol, ela se mantinha fazendo saudações a sua inspiração. Não seria melhor nós pararmos um pouco de falar mal daquilo que a gente não consegue gostar, ignorando e enaltecendo aquilo que ela faz tão bem e que deixa nossa vidinha melhor.

E isso que estou propondo também vale para mim também. Mesmo que neste processo eu esteja um pouco adiantado uma vez que neste 3 anos e meio lendo quadrinhos de herói aprendi dando murro em ponta de faca o bom poder da seleção. Poder este que você também pode usar meus caros. O que não pode, e ressalto, é sair odiando coisa só por odiar. Já basta o tanto de ódio que temos por ai com este tanto de Hater sem sentido.


E para quem fica aí de mimimi, vai ler Miss Marvel para ver se aprende alguma coisa.
P.S.: Só pra mostra que sou fanboy and chato, o meu amiguinho Kaiky Coutinho me fez em versão Deadpool ♥.
O cara é bom e manda bem. Muito obrigado Kaiky!


Wendrick Ribeiro é um jovem estudante de Publicidade, que gosta deste tanto de nerdice como tudo mundo. Chato de Galocha, pretende dominar o mundo e liderar as tropas convexianas contra a expansão multiversal de Termirex. Também respira e escreve roteiro de vez enquanto!

quinta-feira, 25 de junho de 2015

O Aquaman que existe dentro nós e o quanto todos somos inúteis!

E aí paliteiros.
Bem vindos a primeira Coluna do Wen.
A partir de hoje teremos uma coluna quinzenal escrita por um amigo, falando de nerdices em geral sempre com um ponto de vista único sobre o assunto em questão.

Outro dia, não sei se vocês sabem, chegou pelo correio um presentinho de capa dura com verniz localizado chamado Aquaman: As profundezas. dos não tão Novos 52. Este regalo fez com que uma pessoa me dissesse que eu era tão inútil quando ao Rei Arthur (não é o da távola redonda). Refleti. Após a magnifica leitura, minto, boa leitura, percebi que a fala deste ser estava devidamente correta ao me caracterizar assim. Então não tenho vergonha de admitir: Sou tão inútil quanto o Aquaman.

Com que roupa eu vou?
Calma! Isso não é nada autodepreciativo da minha parte! É só que ser inútil com o Aquaman não é tão ruim assim! Serio mesmo! Primeiro que ser inútil já te exclui de um monte de coisa, e o rei de Atlântida tem o benefício não conviver com os humanos, que o consideram ridículo por ser um cara que ajuda a preservar os oceanos que altamente poluídos pelo bicho homem, e mesmo assim ele quer o bem deles!

Segundo ele fala com os peixes. CARA, O MANO FALA COM OS PEIXES. Eu não falo inglês e o português que falo é ignorado por todos. Tá, eu sei que não vale de nada, mas no mundo que nós vivemos, que ninguém usa lycra e sai voando pra salvá-lo, conversar com os peixe seria uma das coisas mais sensacionais se existisse. E ainda tem gente que subestima isso. Pensem comigo: se nós tivéssemos o poder de falar com os peixes, Procurando Nemo não aconteceria, ninguém ia sair chorando e emocionado do cinema e a Pixar talvez ia falir. TALVEZ, mas é boa demais para isso! E Terceiro, Aquinha tem um uniforme digno de piadas, mas ele banca com muita classe. Verde e laranja são quase uma cenoura, mas mesmo assim ele aguenta a zoação (Mesmo que o laranja seja o novo preto) caros amiguinhos!

AH, você ainda não viu ainda o que tem de bom em ser inútil? Serio? Você respira de baixo da água? Claro que não, mas todos os dias convive com pessoas que vivem em outra atmosfera que não é a tua intimamente, o que é quase a mesma coisa. Você fala com os peixes? Sei que não, mas tem habilidade excepcionais de falar com pessoas que te ajudam no momento mais difíceis sendo elas de carne e osso ou até mesmo uma revista em quadrinhos. E você veste um uniforme deste? Nunca (salvo cosplayers), mas tem a confiança de manter aquilo que tu vestes sem importar com que os outros pensam!

Se você se encontra em alguma destas definições atrás, acho é tão inútil quanto o Aquaman, migo! Mas aqui, na boa e na moral: Tem nada de errado nisso! Sabe uma coisa que aprendi com este herói fantástico da DC Comics, é que ser útil vai muito além do que as pessoas dizem, e que ser inútil é só o que alguém pensa sobre você pois até para quem não tem um tridente de 5 ponta é complicado entende sobre o mundo real. E sobre a pessoa que me deu me deu tal elogio de “inútil”, não se preocupem. Ela deve está falando com os peixes agora!

E lá vamos nós!

Wendrick Ribeiro é um jovem estudante de Publicidade, que gosta deste tanto de nerdice como tudo mundo. Chato de Galocha, pretende dominar o mundo e liderar as tropas convexianas contra a expansão multiversal de Termirex. Também respira e escreve roteiro de vez enquanto!









quinta-feira, 7 de maio de 2015

Eu vi: Simpsorama - Quando a família amarela encontra os piores entregadores do século 30


Devo admitir que nem lembrava que este encontro aconteceria na série, também pudera, ele foi anunciado em 2013 quando avisaram que os Simpsons iam fazer um crossover com Family Guy.
Como fazia um tempão que não via Simpsons e Futurama acabou pela milésima vez, não acompanhava mais, então quando vi o anúncio do episódio por aqui decidi ver para ver como ficou.

Primeiramente vamos ao resumão básico com alguns spoilers para quem não viu.

Na escola, a turma do Bart faz uma capsula do tempo para ser desenterrada só 1000 anos depois, todo mundo trouxe algo, Milhouse coloca seu pé de coelho da sorte e como sempre Bart esqueceu de trazer algo e decide colocar um sanduíche onde ele limpou o nariz, tudo isso é enterrado num buraco que vasa produtos químicos. Naquela noite em meio a raios Bender cai do céu no pátio dos Simpsons e logo faz amizade com Homer, mas não lembra por que esta ali. Na verdade ele esta ali para salvar o futuro de uma ameaça que tem o DNA da família amarela.

A partir daí vemos várias piadas de viagem no tempo, sobre como Homer e Bender são parecidos com a participação de vários personagens dos dois universos, alguns com uma frase só para marcar presença mesmo, como o coitado do Dr. Zoidberg.

Este episódio não foi dos melhores mas valeu bastante para rever os personagens de Futurama, mas mesmo assim ele tem seus momentos, especialmente a sequência de abertura misturando as duas séries e a batalha final contra as criaturas quando todos vão para o futuro. Fora a revelação que os alienígenas Kang e Kodos são um casal de lésbicas de sobrenome Johnson.

Ele dividiu opiniões, uns acharam que teve vários acertos em comparação a vários e outros que ele não chega nem perto de vários episódios épicos, especialmente de Futurama, mas no final das contas foi um episódio interessante que me deu mais vontade ainda de rever Futurama, série que sou fã e gostaria que o box com todas as temporadas fosse lançado por aqui.

Não sei se todos sabem, mas este não foi o primeiro encontro das duas séries, a primeira vez que elas se encontraram foi oficialmente nos quadrinhos. Lá nos EUA as duas animações tem vários quadrinhos sendo lançados a muito tempo, sendo que os Simpsons tem séries derivadas, umas das mais legais é Treehouse of horror que sempre conta com a participação de vários quadrinistas famosos, como Peter Kuper, Sergio Aragonés, Mike Allred, James Robinson, Jeff Smith e por aí vai.

Pena que nenhuma editora lança novamente estes quadrinhos por aqui, lançaram algumas edições dos Simpsons a muitos anos e depois nunca mais, eram legais e estão lançando em Portugal a um tempinho, seria legal as hqs voltassem a sair por aqui com as de Futurama junto. Mas voltando, Futurama e Simpsons se encontraram duas vezes nos quadrinhos nas minisséries, Futurama Simpsons Infinitely Secret Crossover Crisis e The Simpsons Futurama Crossover Crisis II, que tiram sarro dos grandes eventos dos quadrinhos como Crise na Infinitas Terras. Vale a pena ler, se quiserem ver como ficou cliquem nas capas aí embaixo para baixar as duas minis completas.


Por hoje era isso, até a próxima paliteiros.


sexta-feira, 17 de abril de 2015

Eu li: Parafusos, Zumbis e Monstros Espaciais de Juscelino Neco



Peguei este livro logo depois do lançamento e ficou na minha pilha de leitura por muito tempo, com minha mudança de estado fui vendo o que ia vir e o que ia ficar da coleção e esbarrei nele novamente. Decidi que ele ia viajar junto comigo. E não me arrependi da escolha.

Na história nela somos apresentados a Dolfilander (o pai do sujeito era um fã do Dolph Lundgren, mas na hora do registro saiu isso aí, só uma das inúmeras referências nerds da hq), um nerd que abandonou a faculdade para fazer seu grande filme, ele literalmente largou tudo, família, amigos, para se concentrar nisso, os meses se passaram e ele não conseguiu escrever, sua grande obra. Seu dinheiro o acabou e com isso veio a necessidade de começar a trabalhar, e a partir daí sua vida vira um grande saco, sem nada pra fazer e não querendo fazer nada, ele começa a trabalhar em uma lojinha onde passa os dias jogando Word of Warcraft. Tudo muda em um dia que ele está brincando com uma máquina de pregos e tenta colocar um parafuso nela, como é de se esperar isso emperra e quando ele tenta tirar, o objeto é lançado no meio de sua testa sem poder retirá-lo, sob o risco de se tornar um vegetal.

Dolfi VS Abomináveis monstros das neves mutante.
A partir dai ele decide levar a vida repleta de álcool e pornôs japoneses, até que uma noite conhece uma mulher num bar que da bola para ele. Após uma noite de sexo, nosso herói acorda numa banheira com gelo, e após verificar que seu rim não havia sido roubado, as coisas começam a ficar estranhas, Dolfi descobre que foi usado por um híbrido de mulher e aranha que havia usado o seu corpo para depositar os ovos para serem concebidos por ele. Para remediar a situação, ele passa por uma série de operações cirúrgicas que o transformam em um super-humano capaz de partir crânios com as mãos, se curar de todos ferimentos e comer 30 hambúrgueres em menos de uma hora. Fritas incluso. Tudo que qualquer nerd gostaria de fazer. Deste ponto em diante a história do paraibano Juscelino Neco parte para um lado trash pouco visto nas hqs e cheio de referências nerds, como o próprio autor me disse: "Acho que as minhas principais referências vem dos quadrinhos. Muito da produção alternativa europeia e estadunidense... Também gosto muito da estética dos filmes B. Pra mim, Evil Dead, O Massacre da Serra Elétrica e Fome Animal são obras-primas."

Então já viram né? São gangues despedaçadas, macacos gigantes socados, monstros das neves mutantes partidos ao meio e tudo lembrando muito um games de rpg, onde o personagem vai evoluindo a cada chefão de passa e vai ganhando novas armas até culminar no sonho de qualquer nerd. Uma motosserra na mão e uma horda de zumbis na sua frente. A felicidade do Dolfi nesta imensa matança zumbi é contagiante. 

Matança generalizada de zumbis = orgasmo nerd.
O autor começou como quase todos os leitores de quadrinhos e depois partiu para leituras mais underground: "Eu sempre li quadrinhos. Fui alfabetizado lendo Turma da Mônica. Mas só comecei a me interessar seriamente quando entrei na faculdade. Nessa época comecei a ler umas coisas que realmente me impressionaram, como Maus, Watchmen, Freak Brothers e, principalmente, a obra do Robert Crumb.", até começar a fazer suas próprias histórias, "Quando comecei a ler um material mais underground me bateu a ideia de tentar produzir alguma coisa... Isso por volta de 2003. No começo eu trabalhava de forma bem preguiçosa, tanto que só resolvi fazer um livro em 2012...". Ele acabou conseguindo fazer o que vários nerds estão tentando por aí, criar seu próprio universo e publicar numa editora. E isso é bem legal e me deixa mais empolgado para continuar com meus projetos.

Gostei muito da leitura, o texto é ágil e direto, seus diálogos são sarcásticos, sempre bem humorados e como dito antes, cheio de referências nerd, que vão desde a camiseta do Lanterna Verde até citações de várias hqs e filmes, outra coisa que torna a leitura muito prazerosa. 

Dolfilander partindo para o ataque.
E isso é exatamente o que o Juscelino queria quando escreveu "Acho difícil determinar exatamente de onde surgiu a ideia de Parafusos... Eu queria fazer algo que fosse divertido e que tivesse uma violência física extrema, quase cômica. Um tipo de leitura despretenciosa que eu curto muito mas que parece ter sumido do mercado. Acho que boa parte das HQs produzidas atualmente são muito profundas e entediantes."
Outra coisa que curti foram os desenhos simples e objetivo, com o dinamismo certo para o que o roteiro pede, mas que não poupa o leitor com todos os detalhes escatológicos que este tipo de história tem que ter.
Quem já leu a história, gostou e acha que aquele final poderia dar uma continuação legal, o autor disse que no momento não tem planos para isso, mas deu uma boa notícia, "Estou trabalhando num livro novo, uma comédia de humor negro com serial killers. Vai ser um quadrinho bem no estilo de Parafusos. Deve sair ainda esse ano pela Editora Veneta."

Falando nisso, não posso fechar a postagem sem falar também da Veneta, um editora relativamente nova mas que além de Parafusos, nos trouxe várias obras em quadrinhos que merecem uma conferida como A Arte de Voar, Sorge O Espião, Cumbe, Tungstênio e claro, o clássico do Alan Moore, Do Inferno. Todos valem muito a pena.

Zumbis, zumbis e mais zumbis.
Bom, recomendo muito esta hq, seja para fãs de filmes trash, de histórias divertidas e ultra violentas ou que só quer sair um pouco do eixo Marvel/DC, vale bastante a pena.

E aproveitem e deem um olhada no site do Juscelino e neste que ele faz paródias de cartazes de cinema com bichos de pelúcia.

Por hoje era isso, espero que tenham gostado.
Até a próxima paliteiros!

E aí, já leram? Vão ler? Gostaram? Comentem aí.





quinta-feira, 19 de março de 2015

Eu li: Os quadrinhos de Star Wars novamente pela Marvel



Depois que a Disney comprou a Marvel e tudo relacionado ao universo de Star Wars, era só questão de tempo até os quadrinhos da saga espacial saírem novamente pela editora do Homem-Aranha. Então depois de vários anos e séries saindo pela editora Dark Horse, este ano os direitos voltaram para a Marvel que deu a partida nesta nova empreitada com três novas séries.

Princess Leia, Star Wars e Darth Vader
Star Wars escrito por Jason Aaron com a arte ( e que arte!) de John Cassaday, seguindo as aventuras de Luke, Han e Leia e todos na batalha contra o Império, Princess Leia, com roteiros de Mark Waid e arte de Terry Dodson, minissérie em 5 edições seguindo as ações da líder rebelde e em como ela lida com a perda de Alderan e Darth Vader, escrita por Kieron Gillen e desenhada por Salvador Larroca, será focado em mostrar o Lorde dos Sith lidando com as conseqüências e reclamando seu lugar de direito no Império depois do fracasso e destruição da primeira Estrela da Morte.

As 3 já foram lançadas lá fora com várias capas alternativas e estão vendendo muito bem. E como não pode deixar de ser a Marvel já anunciou outras, uma ligada ao desenho Rebels (que não vi ainda) e outras ligadas ao novo filme que sai no final deste ano. Isso sem contar os 20 novos livros. Este ano vai ser legal para os fãs de Guerra na Estrelas.

Tive a chance de ler todas em edição física que ganhei de presente e posso dizer que achei bem interessantes. E depois de fazer uma maratona dos filmes clássicos foi muito bom ler estes quadrinhos. Vejam aí o que achei delas com pequenos spoilers.

As 3 primeiras edições de Star Wars se passam em um planeta chamado Cymoon 1 onde o Império constrói suas armas. Luke e os outros conseguem se infiltrar lá fingindo trabalhar para o Jabba, mas não contavam com a visita de Vader ao local e pela primeira vez neste novo universo expandido, Luke Skywalker e Darth Vader ficam frente a frente enquanto Han Solo e a Princesa Leia tem que pilotar um AT-AT para conseguirem sair da fábrica de armas antes que seu reator exploda. 

Arte de John Cassaday

Gostei bastante destas 3 primeiras edições. As histórias de todas as novas séries se passam entre os filmes 4 e 5, logo depois da destruição da primeira Estrela da Morte e esta tudo muito fiel aos longas.
Os textos de Aaron estão bem legais com cenas de ação bem escritas e mostrando bem o lado vilanesco de Vader. Mas o que chama a atenção mesmo é a arte do John Cassaday, ele esta muito confortável aqui, suas páginas passam toda a emoção necessária e os personagens estão idênticos as suas contrapartes cinematográficas. Esperem para ver a chegada de Vader ao planeta ou quando ele enfrenta sozinho um At-At. Bem legal. Pena que ele acabou de anunciar que a 6º edição vai ser sua última e vai ser substituído por Stuart Stuart Immonen, que tem outro estilo mas também desenha muito. E outra coisa marcante desta edição foram as 42 capas alternativas, sim vocês leram certo, com várias homenagens a capas clássicas da Marvel. Isso com certeza ajudou a aumentar as vendas.

Vader mostrando por que é um do maiores Siths por John Cassaday
E então chegamos a revista solo do Lord Sith Darth Vader. 
Ela teve 17 capas alternativas e foi lançada em fevereiro deste ano, antes das outros, mas é melhor que seja lida depois das 3 primeiras edições de Star Wars.

A história segue os acontecimentos da destruição da Estrela da Morte e ao ataque Rebelde ocorrido em Cymoon I e agora, depois de duas derrotas vergonhosas para os Rebeldes, Vader tem que sofrer da ira do Imperador Palpatine que rebaixa seu aprendiz e o coloca sob o comando do Grande General Tagge, aquele mesmo sufocado em Episódio IV – Uma Nova Esperança, mas o Lorde Negro dos Sith não está confortável com esta situação e mesmo sem ordem direta do Imperador continua a caçada aos Rebeldes e especialmente do jovem Jedi Luke.
Arte de Salvador Larroca
Nestas duas edições vemos um Vader partindo mais para ação e a semente da dúvida já começa a ser plantada em sua mente, e quem viu os filmes originais sabe onde isso vai dar. Isso se torna mais visível na parte ele pega o sabre de Luke e o reconhece como sendo o seu antigo sabre mas não conta nada ao seu mestre. Também gostei da leitura destas edições e elas com certeza aumentam toda a mitologia em volta de um dos maiores vilões já criados e ainda abre um leque maior para histórias futuras ao mostrar um Boba Fett com um parceiro wookie ( sim, da mesma raça que o Chewbacca) fazendo paralelo a famosa dupla de Han Solo, como não acompanho muito o universo expandido não sei se ele já tinha aparecido, mas achei interessante. E além da história ser legal, Salvador Larroca mostra ser um dos melhores desenhistas no mercado. Suas páginas estão muito boas e dão vontade de ficar procurando cada detalhe.

Boba Fett e seu parceiro wookie
Começando imediatamente após os eventos de Episódio IV – Uma Nova Esperança, a revista mostra Princesa Leia, agora inimiga pública número 1 do Império, sendo protegida pelos lideres Rebeldes, enquanto seus compatriotas duvidam que ela possa comandar. 

Esta primeira edição legal e muito bem desenhada, mas ainda não me chamou tanto a atenção quando as outras, mas vou continuar lendo a minissérie para ver onde vai dar.

Arte de Terry Dodson
Bom, se chegaram até aqui podem ver que aproveitei a nova empreitada do universo de Star Wars nos quadrinhos. Estas histórias estão bem melhores de se acompanhar do que as que estão saindo pela Panini atualmente na revista Star Wars Legend e certamente a editora vai lançar estas séries por aqui ainda este ano para acompanhar o novo filme. Quando sair vou acompanhar novamente, estas parecem ser séries legais para se ter na coleção. Seja pela nostalgia, como na abertura das primeiras edições com a clássica frase "A muito tempo e uma gálaxia muito distante.." onde você chega a ouvir a música de abertura ou seja nos novos caminhos que estão sendo pavimentados, são séries que todos os fãs de bons quadrinhos e especialmente de Star Wars não podem perder.

Bom, por hoje era isso, espero que tenham gostado destas resenhas rápidas.
Então, valeu Paliteiros!!


E vocês? Já leram? Vão ler? O que acharam? Comentem aí.

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