quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Eu Li: GYO: O Cheiro da Morte de Junji Ito




Bizarro. 

Esta é a primeira palavra que vem a mente depois de acabar a leitura deste mangá de Junji Ito, famoso por suas histórias de terror e suspense como Uzumaki ( que já saiu por aqui pela falecida Conrad) e Tomie.
Uzumaki, série perturbadora que saiu completa por aqui.
Tomie, esta garota é estranha.
Na trama de Gyo (palavra que significa peixe, em japonês) um casal em férias se depara com um fenômeno bizarro: peixes e outro seres marinhos começam a sair da água e perambular pela superfície com pernas, sim, pernas. Junto com os peixes, um fedor similar ao de cadáveres toma o ar por onde eles passam. Logo o casal tem que lutar pela sobrevivência e achar uma explicação para este evento bizarro. 

Tubarão andando pela terra e matando geral. O bicho mais famoso deste mangá.
O Junji Ito tem um traço que é ao mesmo tempo bonito e sujo, e as cenas ganham um ar sombrio naturalmente e neste caso você pode até imaginar o cheiro que esta no ar. Ele consegue fazer uns personagens bem bizarros e assustadores. Algumas cenas que ele desenha são bem doentias e te fazem pensar o que este cara tem na cabeça. :D

Em Gyo, a historia está sempre em movimento, em cada um dos 19 capítulos novos fatos surgem revelando mais sobre o estranho fenômeno que esta tomando todos os lugares. Devo admitir que a explicação não me convenceu, mas isso foi comigo, leiam e me digam o que acharam. 

Depois da história principal ainda tem dois contos curtos, que particularmente gostei bastante.

O primeiro e com menor número de páginas, é "O Triste Conto da Coluna Principal", um conto de humor negro onde o pai literalmente sustenta a casa da família. 

E encerrando o volume está "O Enigma da Fenda de Amigara", que nada mais é que uma fábula doentia onde depois de um terremoto um fenda é aberta em uma montanha e lá aparecem vários buracos com formato humano e as pessoas começam a ir lá para entrar nos buracos que correspondem com eles. 
Fendas na montanha.
Bom, o que mais dizer sobre este mangá?

Gostei, mas não sei se recomendaria para todos. O cara desenha muito bem e as bizarrices dele podem causar um desconforto nos leitores, mas não é bem o tipo de terror que eu gosto. Leiam e tirem suas próprias conclusões.

Cliquem nas capas abaixo e leiam os dois volumes. É curto e dá para ter uma ideia da mente louca do autor, mas já aviso, esta é uma das obras mais tranquilas dele.


E para quem ficou interessado também existe um OVA (Original Video Animation, que consiste em episódios lançados diretamente em video) baseado na história. Digo baseado por que mudaram várias coisas que podem irritar quem já leu a obra.

Cena do OVA.
E aí Paliteiros, conheciam este mangá? Já leram? Vão ler? O que acharam? Comentem aí e vamos discutir sobre as obras do Junji Ito.

Bom, por hoje era isso.

Até a próxima.
E este é o Junji Ito. Olhando tu não dá nada por ele, mas quando vê as obras do cara...



quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Eu Li: Cemitérios de Dragões - Legado Ranger 1 de Raphael Draccon




Sinopse: "Em diferentes pontos do planeta Terra, cinco pessoas com histórias e origens completamente distintas desaparecem por motivos variados e acordam numa outra realidade. Em meio a guerras envolvendo demônios, dragões, homens-leão, seres fantásticos e metal vivo, os cinco precisam compreender os motivos de estarem ali e combater um mal que talvez não possa ser impedido. Este é o mote de Cemitérios de Dragões, o novo romance de Raphael Draccon, que marca a estréia do selo Fantástica. No livro, o autor de Dragões de Éter apresenta uma versão moderna e adulta de um universo inspirado por séries tokusatsu queridas por toda uma geração como Jaspion, Changeman, Flashman, Black Kamen Rider e Power Rangers."

Devo admitir que antigamente tinha um certo preconceito com literatura fantástica brasileira, mas de uns anos pra cá deixei isso de lado, li muita coisa legal e este começo de trilogia está entre estas coisas. Especialmente por ser uma homenagem aos tokusatsu, as famosas série japonesas com super grupos, heróis de metal e afins.

Mas apesar de conhecer os livros do Draccon, minha mãe é fã do cara e sempre me falava dos livros dele, nunca tinha lido nada dele até este me chamar atenção.

Comprei e ele ficou um bom tempo na fila de leitura, então semana passada ia viajar com a esposa e como agora entrei de novo na minha fase de ler livros finalmente peguei ele. E não me arrependi.

Nele somos apresentados a Derek, um soldado do exército americano perdido em uma espécie de caverna de mineração, escravizado por demônios junto com outras raças também presas ali como anões, gigantes e habitantes de Vega; Amber, uma garçonete irlandesa praticante de artes marciais mistas; Romain, um francês mestre em Parkour super irônico e com temperamento explosivo (que achei um baita dum chato), e que junto com Daniel, um hacker brasileiro e nerd, serve como alívio cômico. E ainda temos Ashanti, uma guerrilheira africana nascida em meio a conflitos étnicos em Ruanda, de longe o passado mais sofrido de todos.

Se vocês também são fãs de Changeman e afins, já se ligaram em quem eles vão se transformar depois. :D

A narrativa tem praticamente três pontos de vistas diferentes, que são alternados de capítulo para capítulo. Derek e Amber estão sempre juntos, assim como Romain e Daniel. Já Ashanti é a única entre os protagonistas a passar por sua história quase sozinha, interagindo somente com outros coadjuvantes também interessantes como o príncipe Rogga e Mihos - seu interesse amoroso. 

Particularmente não sou muito fã deste tipo de narrativa e torci um pouco o nariz no começo, mas devo admitir que depois gostei desta dinâmica. Especialmente para conhecer melhor o mundo que eles estão e no suspense que este tipo de narrativa proporciona.

Me surpreendi com os rumos que a história tomou. Esperava algo mais parecido com um Power Rangers da vida, mas não é nada disso. Esqueçam estas séries, elas são homenageadas, mas aqui o negócio é violento. É normal ter vilões com membros arrancados, cabeças explodidas e por aí vai. Isso dá uma nova visão aos nossos heróis de infância. :D 

Outra coisa que achei muito legal são as referências nerd no texto. E olha que não são poucas, vão desde citações de monstros gigantes até a mais óbvia que são as armaduras coloridas. E falando nisso, as armaduras aparecem de um jeito muito legal e são bem diferentes do que vocês imaginam.

Uma que achei muito legal foi a de um certo personagem que vem do planeta Hedin :D Para quem não lembra ou não nasceu nesta época é o mesmo nome do planeta do Jaspion, só escrito de forma diferente. E a descrição da armadura do personagem me lembrou imediatamente o Macgaren, arqui-inimigo do Jaspion e filho do grande vilão da série, Satan Goss.

Macgaren
Ainda falando em descrições, quando os vilões principais aparecem a primeira vez o leitor é capaz até de sentir o cheiro que eles exalam, tamanha a riqueza de detalhes e bizarrice dos personagens. Eles trazem consigo a escuridão e na primeira vez que aparecem é exatamente isso que sentimos junto com os personagens. Pelo menos aconteceu comigo e achei muito legal o autor conseguir passar este sentimento enquanto eu li.

Gostei bastante deste 1º livro, tanto que logo que acabei já peguei o 2º livro e já encomendei o 3º que fecha a trilogia. 

Comecei a ler o 2º e depois do final frenético do 1º achei este começo um pouco devagar, mas ele logo engrena e está ficando bem legal. Assim que acabar a leitura posto aqui.

Recomendo a leitura. Deixem os preconceitos de lado e se aventurem!

E aí Paliteiros, vocês já leram este livro? Pretendem ler? Nunca lerão? Comentem aí, estou atrás de gente para discutir uma teorias.

E só na espera dos robôs gigantes! :D

Bom, por hoje era isso Paliteiros, espero que tenham gostado.

Até a próxima.


Título: Cemitérios de Dragões - Legado Ranger I
Autor: Raphael Draccon 
Ano: 2014 
Páginas: 352 
Editora: Rocco
Compre aqui: Submarino | Saraiva | Americanas | Extra | Amazon

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Trailer e gameplay do novo Legend of Zelda: Breath Of The Wild!




E aí Paliteiros! Tudo tranquilo?

Faz tempo que não posto nada por aqui, nem sei se tem alguém pra ler isso ainda, mas tive que aparecer por aqui de novo para falar do novo jogo do Zelda que mostraram. Cara, isso tem tudo para ser muito bom.

Sou fã da série e joguei quase todos os games lançados. Tenho até um boneco do Zelda na estante!

Mas começando do começo, agora o Zelda pode pular! Isso aí, agora existe um botão de pulo e não o pulo automático dos jogos anteriores. Além disso, vai ter uma mecânica de escalada, como em jogos como Assassins Creed e afins.

Agora Hyrule é um gigantesco mundo aberto onde você escolhe as missões que quer fazer e na ordem que quiser. E nada mais de cortar moitinhas para ganhar corações, agora você pode cozinhar. Sim. Pelo o que falaram, se tu comer um alimento cru recupera tua vida, mas se cozinhar ganha mais vida e o efeito dura mais.

Os inimigos também estão espalhados pelos mapas em territórios, então se você encontrar uma, provavelmente vão existir outros no mesmo lugar.

Mas chega de papo.

Vejam aqui o trailer divulgado e alguns vídeos do gameplay.









Caras, não sei vocês, mas fiquei bem empolgado com o que vi. Deu até vontade de pegar um Wii U ou talvez este NX que acho que nem o próprio pessoal da Nintendo sabe o que vai ser. :D

Bom Paliteiros, por hoje era isso.

Comentem aí o que acharam.

Até a próxima.



sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Palitos Nerds NO AR - 1º vídeo do blog no ar!!


E aí Paliteiros.
Tudo tranquilo?
Vejam aí o primeiro vídeo aqui do blog.
Ele ainda esta em fase de testes, a imagem não está muito boa. Mas se o pessoal curtir e comentar faço mais vídeos com qualidade melhor.
Vejam aí.



E aí? O que acharam? Legal? Uma droga? Comentem aí pra ver se o próximo vai mesmo sair e o que posso melhorar ( além da qualidade de imagem hehhe)
Valeu.
Até a próxima.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Protocolo - A Ordem está de volta!


Como uma pequena pausa nas analises convencionais, é com um sorriso de lado no rosto que estou abrindo um espaço para falar da volta da equipe de 20 autores nacionais que acabaram de reativar o_protocolo_a_ordem.

Pra quem não conhece, A Ordem teve destaque no ano passado quando tentou arrecadar 45 mil no Catarse, infelizmente o valor não foi atingido e tivemos que reformular o projeto substituindo os medalhões dos quadrinhos que iriam produzir o material pelos próprios autores. Hoje contamos com Thiago da Silva Mota e Ton Marx, com as tarefas de roteiro e arte. As cores ficaram com Lunyo Alves de Souza e José Amorim Neto (Sim, eu! Não contavam com minha astúcia). A parte referente à comunicação visual da campanha ficou totalmente a cargo de Daniel Arcos, com administração e comunicação geral de Augusto Velazquez, Elenildo Lopes e Gabriel Rocha.

Todos nós da Ordem trabalhamos muito para que esse material ficasse a altura do que estávamos tentando oferecer na campanha anterior, e posso garantir que não estamos devendo em nada. Os personagens contidos nesse mega crossover são eles:

Anjo Urbano (Rodrigo Dos Santos)
Bruce, O Exterminador (Denilson Reis)
Capitão R.E.D (Elenildo Lopes)
Cover (José Amorim Neto)
Crânio (Francinildo Sena)
Dragão Negro (Thiago Silva)
Homem Trator – (João Vital)
Inferno (Augusto Velazquez de Brito)
Jaguara (Altemar Domingos)
Jou Ventania (Lincoln Nery)
Lagarto Negro (Gabriel Rocha)
Máximus (Alan Yango)
Max Power (Luciano Oliveira)
Papo Amarelo (Moacir Torres)
RBoy (Daniel Arcos)
Resistente – (Juliano Rocha)
Soberano (Lunyo Alves de Souza)
Velta (Emir Ribeiro)
Vulto (Wellington Santos)
Flâmula (Sandro Castro)

Tenho só a agradecer aos amigos e todos os que apoiam um projeto desse porte. Acreditem na Ordem, acreditem no nosso material e tenham em mãos essa edição linda de 100 páginas coloridas, feitas com muita dedicação para todos vocês.

No link abaixo podem estar conferindo a página do Protocolo a Ordem no Catarse e escolhendo seu pacote. Vamos lá, você foi convocado!

https://www.catarse.me/protocoloaordem



José Amorim Neto é estudante de Artes Visuais, chegado em um bom vinho em datas especiais (Todo dia se possível). Criador do personagem Cover e Starboy dois personagens em vermelho que usam trajes “vivos”, por sinal é um grande adorar da cor vermelha. Desenhista, roteirista, colorista, designer e tudo que você precisar por um preço especial (Menos isso aí que passou pela sua cabeça agora).






sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Calendário de séries nerds

Olá, paliteiros!
Aqui começamos mais uma transmissão.
Sem reviews…
Especialmente, hoje, um calendário com as séries que logo estarão na “sua telinha” (hehehe...Baita frase), mas especificamente, as séries relacionadas a quadrinhos, alguns lançamentos e alguns retornos...OK? Se sua série preferida não apareceu, comente, que responderemos.
E fique ligado na página do Palitos no Facebook, que iremos postar lá também (para você não esquecer das estréias).
Algumas declarações antes:
* Todas as séries que postaremos hoje, possuem suas datas relacionadas aos EUA.
* Quando tivermos as datas no Brasil, postaremos no Facebook. :D

OK?

Lá vai:

21 de setembro
Novas Temporadas
Castle (ABC) 8ª temporada
The Big Bang Theory (CBS) 9ª temporada
Gotham (Fox) 2ª temporada

Novas Séries
Blindspot (NBC) *
Minority Report (Fox)

22 de setembro
Novas Séries
The Muppets (ABC)
Scream Queens (Fox)

24 de setembro
Nova Série
Heroes Reborn (NBC)

29 de setembro
Nova Temporada
Agents of S.H.I.E.L.D. (ABC) 3ª temporada

6 de outubro
Nova Temporada
The Flash (The CW) 2ª temporada
iZombie (The CW) 2ª temporada

7 de outubro
Nova Temporada
Arrow (The CW) 4ª temporada
Supernatural (The CW) 11ª temporada
American Horror Story: Hotel (FX) 5ª temporada

11 de outubro
Nova Temporada
The Walking Dead (AMC) 6ª temporada

26 de outubro
Nova Série
Supergirl (CBS)

31 de outubro
Nova Série
Ash vs. Evil Dead (Starz)

20 de novembro
Nova Série
Jessica Jones (Netflix)

Espero que curtam!

Luciano Ribeiro, leitor compulsivo, prefere legendas e acredita que Sharknado é o melhor filme de todos os tempos.


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Então tá, vamos falar do Deadpool


Eu tinha exatos 18 anos (e alguns meses) quando tudo aconteceu. Estava sentado no quarto de um amigo vendo notícias sobre estas nerdices que agora qualquer um adora quando me deparei com um cara de máscara e uniforme colado vermelho e preto que tinha duas espadas nas costas. O nome dele, se você por acaso não leu o título, é Deadpool. O Mercenário Tagarela, O Degenerado Regenerado, o personagem da Marvel Comics mais legal para mim.

Era estranho. Não como o doutor. De início, a pele rugosa e extremamente nojenta dele junto com o visual que lembrava mais o uniforme secundário do Homem Aranha em Marvel vs Capcom 1 não me faziam ter empatia por ele. Era só mais um genérico, pensava eu. Mais uma destas versões plagiadas de um personagem plagiado que o autor plagiador reivindica direitos autorais pela editora, acreditava eu. Só que não era. Era muito mais que isso. Era a piscina de insanidade que eu precisava me afogar para realmente passar uma fase ruim.

Nesta mesma época, levei uma facada destas bem metafóricas, que dava para sentir na pele de tão real que a penetração que não ocorreu era. Do tipo de te deixar cabisbaixo e BEM TRISTE. Era ruim. Como sempre eu podia fazer o que sempre fazia quando um problema vinha me assolar e eu não estava preparado para resolve-lo como é com o Sudoku: Fui me atolar em ficção. E como toda história tem um conflito, não estava dando certo. Nada. Nem livros. Nem filmes. Nem series. Nem o dever de história do Brasil. Nada.

Até que então de novo, eu vi a figura emblemática do Comediante Carmim num site dançando Gangnam. Eu não compreendia aquilo. Meu cérebro era só programado para entender que o Pernalonga vestia de Mulher e que o Meg Simpson atirou no Sr. Burns. Fui ao Google e pesquisei tudo que podia sobre Wade Winston Wilson. Tudo. Em certa de 5 minutos, compartilhávamos das mesmas vozes da cabeça, katanas e agente da hidra. Peter Parker que era meu símbolo juvenil de cara nerd com problemas foi para o saco junto com o Super Choque e Ursinhos Carinhosos. Eu gritei um “o que taconteceno?” tão alto, pelo menos na minha cabeça, que amigo, saberia que desde de aquele dia que não me recordo a data exatamente estaria marcado na minha memória ruim por muito tempo.

Piadas de humor duvidoso, falar mais do que deve e ser rejeitado pelo mundo que o rodeia era em tese diretrizes da minha preciosa vidinha como era da dele. A diferença é que eu não tinha o corpo tão zuado como dele e nem matava pessoas por dinheiro ainda. Então como não o amar? A sincope da zuera que era reprimida por uma enorme tristeza foi embora da mesma forma que a desgraça em que ele vivia não era motivo para deixar ele se divertir. A criação do Rob Liefeld e Fabian Nicieza, fez com que eu saísse da depressão. Fez com que eu mudasse minha postura, seguisse em frente mesmo que com um carrinho de supermercado e não reclamasse da atuação do Ryan Reynolds por X-men Origens Wolverine. A culpa não é dele.

A marca da adaga psiônica tipo Psylocke ainda tá lá, coberta com um grande curativo, que dói menos quando penso no que ele faria nesta situação. Era como se eu fosse o Genesis no fim da X-force do Remender. Ou a filha que ele foi descobrir o paradeiro na Coréia do Norte. Este é o poder de uma propriedade intelectual. Mesmo sendo criado até mesmo para ser descartado, creio que seu potencial pode ir além disso, inspirando nas suas devidas proporções, as pessoas mudarem seus status quo e não serem mais um coadjuvante da própria vida, como Deadpool era do Wolverine.

E antes que eu me emocione mais e o próprio Wilson quebre a quarta parede e venha me zoar, Marvel muito obrigado por isso. Mesmo, mas não fode como cê faz no cinema com estes filmes genérico pasteurizados. Grato!

P.S: Esta ilustração maneira deste crossover com o Deadpool é do Luan Zuchi. Obrigadinho cara.


















Wendrick Ribeiro é um jovem estudante de Publicidade, que gosta deste tanto de nerdice como tudo mundo. Chato de Galocha, pretende dominar o mundo e liderar as tropas convexianas contra a expansão multiversal de Termirex. Também respira e escreve roteiro de vez enquanto!


sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Lagarto Negro, o misterioso herói urbano de Gabriel Rocha


Lagarto Negro (1998) de Gabriel Rocha foi criado para inaugurar a reestreia do fanzine Impacto.

O personagem foi criado com o nome de um réptil típico da América Latina. A ideia seria relacionar o lado antropomórfico entre eles, nada de lagarto radiativo ou qualquer coisa do tipo. O Lagarto Negro é um predador noturno igualmente ao personagem que luta contra o crime organizado nas noites da “cidade maravilhosa”. Engraçada disso tudo é que o animal se encontra ameaçado de extinção, isso seria uma sacada do autor querendo nos mostrar que pessoas de coragem e bons atos estão em falta? Pode até ser, sempre vai ser bacanudo formar essas teorias.

Agora chegou a hora de fazer um resumão da história de origem do personagem, só que meio que ele não tem uma. Gabriel criou um personagem que nunca revelou sua identidade ao publico, todos nós inclusive você leitor que conhece o personagem um dia, já se perguntou quem diabos é o Lagarto Negro? Não me surpreenderia se ao tirar a mascara encontrássemos Gabriel com um baita sorriso (Pegadinha do malandro).

O Lagarto Negro sempre está dando as caras em diversas edições independentes e crossovers por aí. Ele também faz parte da Ordem grande crossover que vai reunir 20 heróis de 20 autores diferentes (Eu to nele \o/) e logo vai estar dando as caras no Catarse!

Assim como o Crânio da coluna passada, o personagem contou e conta com diversos autores fantásticos que nos presenteiam com a longa vida do Lagarto Negro.

O site do personagem está logo abaixo para quem quiser conhecer mais do mesmo:

http://www.lagartonegro.com.br/

Isso é tudo pessoal, pelo menos até a coluna que vem onde falarei do Homem-Caveira de Zilson Costa.

Crossover dos heróis Crânio, Cometa e Lagarto Negro.
José Amorim Neto é estudante de Artes Visuais, chegado em um bom vinho em datas especiais (Todo dia se possível). Criador do personagem Cover e Starboy dois personagens em vermelho que usam trajes “vivos”, por sinal é um grande adorarador da cor vermelha. Desenhista, roteirista, colorista, designer e tudo que você precisar por um preço especial (Menos isso aí que passou pela sua cabeça agora). 



terça-feira, 8 de setembro de 2015

Marvel vs. DC - The Ultimate Crossover


Nas minhas andanças pela internet acabei achando mais esta animação dos heróis Marvel e DC lutando. Mesmo já tendo visto isso várias vezes este aqui merece ser visto. Foi pelo animador Saruhan Saral, o cara é bom e mesmo não concordando com todos os resultados das lutas vale a pena ver.






E aí? O que acharam? Comentem aí.
Valeu paliteiros, até a próxima.


Todo policial precisa de um sidekick?

Olá , paliteiros!
Aqui estou de novo, atrasado, mas aqui.

Estava analisando uma situação genérica que poderia ser usada em uma futura história que você resolva escrever… Vamos lá?

“Policial, que por alguma razão do passado, hoje trabalha sozinho e em dado momento, encontra uma pessoa ( o protagonista da história) que o auxilia em uma caso e acabam formando uma dupla para vierem mil aventuras, não importando o fato do protagonista não ser policial...”

O que achou?
Não parece o plot de Sleepy Hollow?
Ou de Izombie?
Ou de certa forma, até de Mentalist?
Entre outros…

Então hoje escreverei sobre duas séries que possuem mesma história base e foram “vazadas” na internet.

Minority Report



Estamos em uma ERA de reboots, sequências, adaptações… Filmes sendo transformados em seriados (Pânico – já resenhado aqui) , Evil Dead – a caminho, uma sequência de A Profecia – também a caminho), mas assumo que criei grandes expectativas quando anunciaram Minority Report.

Pessoalmente, acho ele um p@$# filme.

Já aviso, a série funciona… Muito bem.

Você já viu o filme, não é? NÃO? Então peço que pule para a resenha de Lúcifer (He He He).
A série começa, 10 anos após os acontecimentos do final do filme. Acompanhamos, DASH, um dos gêmeos “pré-cogs” do filme, tentando viver uma vida “normal”, longe da ilha-exílio, onde ele e seus irmãos ficaram. Ele tenta viver uma vida fora da sociedade, mas tentando evitar com que crimes aconteçam, mas, sem seus irmãos, “as visões “ que ele tem são incompletas.

E aqui surge Lara, uma policial, que trabalha sozinha (viu?), acaba encontrando nosso intrépido protagonista e juntos solucionam o caso deste episódio e resolvem “juntar forças”.
Minority Report, completa as dúvidas deixadas no filme, utiliza muito bem e expande a sua mitologia. Claro que você estranhará alguns personagens que apareceram no filme e voltam na série serem atores diferentes, mas sem problema.

Vale a pena ver, Luciano?

Vai sem medo, caro paliteiro, mas você deve ter visto o filme primeiro…

Lúcifer

Estou demoníaco? São seus olhos...

Lúcifer, é uma série baseada na HQ de mesmo nome, que Mike Carey fez para a Vertigo. Ou seja, a série, utiliza o nome e alguns personagens da HQ e…. só…. (Assim como já foi feito com Izombie e Constantine). Então, tenha em mente que é uma adaptação…

A série acompanhará, Lúcifer vivendo na terra, mais especificamente em Los Angeles, onde ele possui um bar… Sim, isso mesmo, Lúcifer abandona seu posto e “tira férias”.

No epísodio piloto, uma conhecida do Tio Lú, é assassinada na frente dele. Então surge Chloe, uma policial, que trabalha sozinha (viu?), acaba encontrando nosso intrépido protagonista e juntos solucionam o caso deste episódio e resolvem “juntar forças”.

Lúcifer, pode ser só “baseada” na HQ e você, por este fato, pode revirar os olhos e bufar, mas é uma série bem divertida de ser vista. A série utiliza para com o protagonista, um conceito muito interessante, de que a verdade é tão absurda que só pode ser mentira, assim, ele utiliza seus poderes de revelação de desejos sórdidos à vontade e pode falar para todos livremente: “Eu sou imortal”, “Eu sou o demônio”, “Balas não podem me matar”.

Vale a pena ver Luciano?

Vai sem medo caro paliteiro , mas se você for muito fã do Tio Lúcifer, corre o risco de não curtir.

TAG post scriptum
Minority Report estréia dia 21 de setembro e Lúcifer só em 2016.

TAG Uma Noite Alucinante
Dia 31 de Outubro estréia Ash vs. Evil Dead.

Luciano Ribeiro, leitor compulsivo, prefere legendas e acredita que Sharknado é o melhor filme de todos os tempos.



terça-feira, 25 de agosto de 2015

Batman vs Supeman, Homem de Ferro contra Capitão America e como isso tudo não tem um terceiro ponto de vista


Quando era pequeno uma coisa que aprendi com meu pai marceneiro barra faz tudo é que uma mesa para ter sustentação direito tem no mínimo três pernas. Ele dizia bravo por eu sempre tentar ajudar, que a vida era a mesa e tínhamos com ter o máximo que podíamos e que se manter no mínimo individualista era só ter uma taxa maior de erro.

Meu velho me fez pensar com isso tudo. Parece muito fácil e é, só ter duas opções para resolver algo. Nós somos condicionados a saber que existe o bem e o mal, o céu e o inferno, o negativo e o positivo. Mas é só isso? Somos tão maniqueísta assim? Temos que ter um só lado de qualquer situação. Tudo se divide em partir no meio? Yin e Yang não podem ser parte de uma mesma coisa? Cadê a neutralidade?

Como seres humanos que somos, sempre tendemos ir para um lado, que qualquer livro de psicanálise pode facilmente explicar ou fingir que explica. Porém é difícil tentar adicionar um terceiro elemento assim? Exemplo: Ano que vem o Supinho cai no braço com o Batima e eu só consigo pensar na Mulher Maravilha, cara. O fraco contra o mais forte eu estou cansado de ver. Quero ver como o meio termo se posiciona nisso. A forte, mas também vulnerável. Pode ser que ela seja um misto disso? Pode! Só que ela também sustenta a mesa junto com os dois caras.

Pra Marvete não chiar vamos a outro: NOS QUADRINHOS, tivemos aquela pataquada do Stevão brigando pelo Tony por conta do registro. Tu podia ser TeamCap ou TeamHomem de Ferro. Os X-men foram: Nenhum dos dois. Por motivos de: já somos odiados por um montão de coisas então porquê mais uma? Os meus queridos mutantes fizeram o que eu teria feito nisso, tanto que ficaram para lá e deixaram o pau rola até onde li.


A questão, fique clara aqui, é que o lance não é estar em cima do muro. Estar em cima do muro é simplesmente ter que escolher a parte ocidental ou oriental, o que não cabe aqui. O lance é tentar ver outras opções. O sim e o não nunca serão exclusivamente as únicas opções. O talvez pode ser tão convidativo ou emocionante quanto. O gênero a muito tempo não é só mais masculino ou feminino, como o carro não é só a gasolina ou álcool ou seu pai e sua mãe não só apenas suas inspirações de vida. Eles são os maiores sim, e não os únicos e graças ao universo por isso.

Se quiserem apliquem isso, ou não. Façam o que vocês quiserem. A escolha é tua. Só lembra da máxima: Quanto mais, melhor.

Não entende isso? Veja o vídeo abaixo:



Wendrick Ribeiro é um jovem estudante de Publicidade, que gosta deste tanto de nerdice como tudo mundo. Chato de Galocha, pretende dominar o mundo e liderar as tropas convexianas contra a expansão multiversal de Termirex. Também respira e escreve roteiro de vez enquanto!

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Quando o Luthor vira pastor


Boas, paliteiros!
Aqui estou novamente iniciando a transmissão.
E hoje vou escrever sobre Impastor.



Na série, temos Lex Luthor Buddy Dobbs , um apostador inveterado, que se meteu em problemas com um agiota e que resolve dar um fim em sua vida, mas é impedido por um homem um tanto quanto atrapalhado, que no intuito de ajudar acaba “se matando”.
Ali, surge a oportunidade de fugir e recomeçar de Buddy e aqui começa a história, a nova identidade que ele assume, é de um pastor gay que está indo trabalhar em uma pequena cidade do interior dos EUA.



Claro, que ele acaba ficando na cidade e ajudando as pessoas, nos mais variados e absurdos assuntos, desde filhos malcriados e melões a casais e seus problemas.

Este plot, não possui nenhuma novidade: cara que assume a identidade de alguém que morreu para começar uma vida nova.
Então, me pareceu bem óbvio entender os próximos caminhos da série.
Vale a pena ver, Luciano?
Pela primeira vez, eu fiquei em dúvida.
Michael Rosenbaum , o eterno Lex de Smalville, me surpreendeu no papel cômico da série.
O roteiro é bem desenvolvido, o elenco é competente… Mas, faltou algo.

O que recomendo?
Dê uma olhada no episódio piloto…

TAG 1 – A verdade está retornado
Arquivo X está voltando para um temporada de 6 episódios.

TAG 2 – Humans não foi extinto
A série Humans acaba de ser renovada para sua segunda temporada. Ah, você não conhece ela? Volte daqui 15 dias…

TAG 3 – Mais Mulder (ops)
Aquarius, a série de David Duchovny , o eterno Mulder, também foi renovada para uma segunda temporada...Corre ver…

Luciano Ribeiro, leitor compulsivo, prefere legendas e acredita que Sharknado é o melhor filme de todos os tempos.


terça-feira, 11 de agosto de 2015

Crânio, o herói espacial de Francinildo Sena


Crânio (1988) de Francinildo Sena, teve sua primeira aparição no Fanzine Mini-HQ.

A bela história que Francinildo nos conta há mais de vinte 20 anos, é sobre o príncipe Haran um príncipe do planeta Stron um pacifista nato que acaba sendo traído por seu irmão Krok.

Krok tramou a morte do próprio pai convencendo o concelho de justiça que Haran teria sido o culpado. Com Haran preso, Krok pode assumir o trono e seu primeiro ato foi banir Haran de seu planeta, e como se isso não fosse o bastante uma lavagem cerebral foi feita em Haran que foi lançado no espaço em uma cápsula e vagou pelo universo por SÉCULOS até que a cápsula caísse no meio da floresta Amazônica.

Haran foi caçado feito um animal pelas forças armadas do Governo Brasileiro que o apelidou de CRÂNIO, graças as suas façanhas desde que chegou a terra.

Crânio é um personagem conhecido, daqueles que sempre vai estar em grandes projetos realizados por quadrinistas. Minha opinião sobre o personagem é que um clássico não deve ser ignorado. A escolha de cores e características do personagem é básica, nada que provavelmente nunca tenhamos visto, mas se for mais a fundo na mitologia do personagem vai descobrir um grande universo que posso afirmar que não irá se arrepender de conhecer.

Diversos artistas esforçados já passaram pelas páginas de Crânio sempre buscando seu lugar ao sol junto do já consagrado Francinildo Sena, um cara simples que faz tudo por hobby, um baita de um hobby por sinal. Particularmente tenho a honra de estar envolvido em um projeto junto ao Francinildo e Crânio, atualmente que envolve mais de 20 SUPERS! A Ordem, em breve farei um especial sobre ela por aqui.

Se quiser conhecer mais sobre o personagem e seu criador pode estar entrando no blog abaixo e quem sabe até adquirir sua serie impressa que se encontra no volume 4 \o/

http://francinildosena.blogspot.com.br/

Acredito ser isso por enquanto, nos vemos daqui um mês neste mesmo lugar, neste exato momento para falar sobre o Lagarto Negro do Grabriel Rocha.


José Amorim Neto é estudante de Artes Visuais, chegado em um bom vinho em datas especiais (Todo dia se possível). Criador do personagem Cover e Starboy dois personagens em vermelho que usam trajes “vivos”, por sinal é um grande adorarador da cor vermelha. Desenhista, roteirista, colorista, designer e tudo que você precisar por um preço especial (Menos isso aí que passou pela sua cabeça agora).

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Tentando interpretar o Gigante Verde (que não é o Brasil) e o verdadeiro Projeto Hulk


Ultimamente, convivo com muitas pessoas que adotaram o “fitness” como lifestyle. Destas que tem que cortar proteínas e o escambau para suprir a necessidade de se auto afirmar indo além da saúde, o que não é nada demais. Enquanto não me condenem de comer meu bacon, está tudo certo. Porém, tem uma coisa que como leitor de quadrinhos, tem me irritado um pouquinho bem grande: A utilização do termo “Projeto Hulk”. Para quem não sabe, este projeto de ser o Gigante Esmeralda é uma forma quase que frenética e incessante para crescer os músculos do corpo infinitamente, pelo que entendi nas legendas do Instagram que falam sobre amor e carinho.

Realmente, me dá vontade de ir lá e pergunta na surdina como é treinar para ser um monstro enorme movido por raiva que é considerado aberração e que destrói tudo a sua volta, mas me atenho pois sigo bem o que minha psicóloga diz. Sei que numa tradução direta, Hulk seria algo como brutamontes (Fonte: Google Tradutor), e até justificaria o nome, mas a partir do momento que usam o ícone da Marvel Comic/Studios/O que ela quiser ser, sem pagar direitos autorais é bem claro que a referência aí é óbvia. E isso para mim (leiam atentamente que eu disse para MIM), é mais uma interpretação errônea do personagem. E antes que me queimem, os marombeiros não são os únicos a fazerem isso.

Quem é pago para escrevê-lo, desenhá-lo e até produzi-lo também não faz isso direito. Difícil encontrar uma fase boa do Hulk em que ele não esteja nos Vingadores ou seja Planeta Hulk, Guerra Mundial Hulk e Futuro Imperfeito que são as que eu conheço. Também temos 2 filmes que não desmentem o que falei. O fato é que o monstrengo é um personagem para desenvolver tão difícil quanto Superman (que daria um ótimo nome de projeto), e isso se deve a dualidade monstro/gênio que não é para qualquer um trabalhar de forma atrativa sem que seja piegas demais ou filosófica demais. Tem que ter um equilíbrio para alguém totalmente desequilibrado. Só que neste caso pelo menos está analise vai além do personagem está num blockbuster que os saradões conhecem.

E isso amiguinhos, só torna mais incoerente o uso deste nobre personagem num símbolo para malhação em busca de corpo perfeito e “grande”, enquanto o Bruce Banner, alterego do Golias Esmeralda só quer se livrar dele. Acho que falta ser menos Hulk e ser mais Banner pelo menos no raciocínio. E galera existem mais personagens para fazer projetos, como o Coisa, Abominável, Fera, Colossos, Drax dentre outros. Ou será que é mais fácil relevar a cor verde para símbolo do que um cara feito de pedra? Pensem nisso se vocês realmente pensarem.
Hulk malha!!

Bônus: Não vou repetir mais de vez, para você que quer realmente fazer o verdadeiro Projeto Hulk. Comece jogando toda aquela porcaria que é Whey Protein fora e comprando livros sobre teoria da relatividade, Nietzsche e tudo que envolver matemática, química, física e ciência maluca. Feito isso, o próximo passo é um pouquinho mais difícil, mas nada impossível, que é arrumar um emprego em uma base secreta do governo que produz armas movidas a radiação. Conseguiu? Pula para testes envolvendo raios gama e tentar ter um caso para fila do general. Se isso tudo der certo é só esperar que seu melhor amigo entre dentro de uma área de teste de bombas e pronto, se tu sobreviver você é realmente pode virar o Hulk com um pouquinho de raiva. Recomendação rápida para ter: veja o Preço do dólar. E antes que eu me esqueça tem um DLC que para liberar tu precisas encontrar um Deus com cabelo de Mulher, um bilionário que anda com latas, e um homem e uma mulher que usam nomes de insetos e nunca serão relevantes dentro disso. Mas faz este só se a raiva for tão grande a nível de se vingar ouviu?

Wendrick Ribeiro é um jovem estudante de Publicidade, que gosta deste tanto de nerdice como tudo mundo. Chato de Galocha, pretende dominar o mundo e liderar as tropas convexianas contra a expansão multiversal de Termirex. Também respira e escreve roteiro de vez enquanto!

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

PRATELEIRA BÁSICA - Sandman - Noites Sem Fim



E aí Paliteiro!
Nova coluna no ar! Agora com vários convidados falando o que acham básico para se ter na prateleira. Na primeira coluna a amiga Annie fala de seu amor por Sandman - Noites Sem Fim. Curtam aí e se quiserem participar avisem. Valeu


Talvez minha opinião mude daqui a um ano mas em Agosto de 2015 eu diria que o item básico / essencial para ser ter numa coleção é “Noites Sem Fim” (Sandman).


A graphic novel conta uma história de cada Perpétuo (exceto no caso de Desespero, na sua parte são relatados 15 contos sem ligação alguma). A hq não traz um apanhado de história antigas e sim algo que foi feito exclusivamente para estar na revista/encadernado.
Cada história é ilustrada por um artista diferente:

Morte: P. Craig Russel

Desejo: Milo Manara

Sonho: Miguelanxo Prado

Desespero: Barron Storey e designer por Dave McKean

Delirium: Bill Sienkiewics

Destruição: Glenn Fabry e cores por Chris Chuckry

Destino: Frank Quitely

Fazendo assim cada parte parecer mais singular ainda.
Os contos não tem ligação entre si e são uma boa introdução para quem nunca leu Sandman.

(História Triste Mode On)
Essa graphic novel veio a mim num momento em que não estava mais lendo HQs , inclusive estava vendendo uma parte da minha “coleção”, então ela tem seu peso sentimental também.
(História Triste Mode Off)

Voltando a história:
Nela descobrimos porque Sonhos tem problemas com Desejo, vemos Delirium ainda como Deleite e sentimos o peso real que é ser Destino.

As artes são primorosas e (na minha opinião) as escolhas foram as melhores possíveis, o sentimento consegue realmente ser passado.

Enfim, Neil Gaiman sabe o que faz.

*Imagem de capa tirada do hotsite da Panini, demais fotos tiradas pela Monstra aqui, da edição da Conrad.

Arte de Kevin Wada.
Sobre a Annie: Mutante que viaja pelo tempo-espaço com o Doctor salvando as galáxias dos Vogons e Magical Girl nas horas vagas. Usa o termo coleção sempre entre aspas poque se considera leitora e não colecionadora.



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...